quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

O MUNDO DE SOFIA Romance da História da filosofia (Jostein Gaarder)


"Às vésperas de seu aniversário de quinze anos, Sofia Amundsen começa a receber bilhetes e cartões postais bastante estranhos. Os bilhetes são anônimos e perguntam a Sofia quem é ela e de onde vem o mundo em que vivemos. Os postais foram mandados do Líbano, por um major desconhecido, para uma tal de Hilde Knag, jovem que Sofia igualmente desconhece.
O mistério dos bilhetes e dos postais é o ponto de partida deste fascinante romance, que vem conquistando milhões de leitores em todos os países em que foi lançado. De capítulo em capítulo, de "lição" em "lição", o leitor é convidado a trilhar toda a história da filosofoa ocidental - dos pré-socráticos aos pós-modernos - , ao mesmo tempo em que se vê envolvido por um intrigante thriller que toma um rumo surpreendente."


segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Porque é impossível espirrar de olhos abertos?


Esclarecendo o mito: não é porque os olhos podem sair da órbita que os fechamos ao espirrar!

Quando uma partícula estranha entra no corpo pelas vias nasais, estimula os receptores locais que, por meio do nervo trigêmio (que coordena os movimentos da face), avisam o tronco encefálico que é hora de entrar em ação.

Ao receber a mensagem, o tronco encefálico reage imediatamente à invasão, gerando uma série de impulso motores que contraem o abdômen, o tórax e o diafragma, até chegar ao nervo facial.

Os reflexos que chegam ao nervo facial também desencadeiam movimentos para expulsar a partícula estranha. Essas contrações atingem diversos músculos da face, incluindo o músculo orbicular, que controla o abrir e o fechar dos olhos. Como resultado de todo esse esforço, fechamos os olhos.

fonte: Portal Só Biologia

Susto pode curar o soluço? Por que?

Pode sim. Quando levamos um susto, provocamos uma forte inspiração, levando a um aumento do volume de ar nos pulmões. Os pulmões pressionam o diafragma, fazendo com que ele se estique e volte a funcionar normalmente. Mas existem maneiras menos drásticas que também funcionam: tomar um copo d'água com nariz tampado ou inspirar e segurar o ar por alguns instantes.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Elysia chlorotica: A lesma do mar fotossintética


Elysia chlorotica, a lesma do mar que fotossintetiza. Fotografía: Nicholas E. Curtis y Ray Martinez

Via: blog Ciência às cores

Há uma lesma do mar verde, que vive na zona da
Nova Inglaterra e Canadá, e que é parcialmente animal e parcialmente vegetal. É o primeiro animal multicelular conhecido capaz de produzir clorofila a (a mais habitual das clorofilas das plantas, e a única que existe em todas elas).


As plantas utilizam uns organelos celulares, os cloroplastos, para crescer, fixando o CO2 em moléculas orgânicas, graças à energia proveniente da luz captada pelas moléculas de clorofila presentes no dito organelo. Este processo chama-se fotossíntese.

Sydney Pierce, biólogo da Universidade da Florida do Sul, leva 20 anos a estudar estas lesmas, da espécie Elysia chlorotica, e apresentou há pouco os seus más recentes descobrimentos.

Estas lesmas do mar chupam as algas, preferentemente da espécie Vaucheria litorea, e conseguem fazer um processo de endossimbiose, incorporando os cloroplastos das algas dentro do citoplasma das células do seu próprio corpo, e mantendo-os em funcionamento, ou seja, fotossintetizando.

Este facto já era conhecido há algum tempo, mas os cloroplastos precisam de novas moléculas de clorofila para poder funcionar, e portanto só deveriam funcionar durante um tempo, até que se acabasse a clorofila proporcionada pela ingestão das algas.

Mas o surpreendente descobrimento actual, é que a relação das lesmas do mar com as algas vai mais além da incorporação de cloroplastos: Incorporaram também a capacidade de sintetizar clorofila, incluindo os genes responsáveis disso no seu próprio DNA. E o fizeram tão bem que inclusive transmitem estes genes aos seus filhos.

O único que ainda não conseguem fazer é sintetizar os próprios cloroplastos. Mas, quando já ingeriram os suficientes, sempre que haja suficiente quantidade de luz, estas lesmas podem viver e crescer normalmente sem nenhuma comida, a partir da energia que obtêm pela fotossíntese.

Ver mais em Science

sábado, 9 de janeiro de 2010

Sejam bem vindos ao nosso Blog.

É com muito prazer que damos o pontapé inicial ao nosso blog.
Sejam todos bem vindos, sintam-se em casa.